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Djidja Cardoso: Justiça decreta prisão de família e funcionários de salão

ByPor Redação

maio 30, 2024

A empresária de ex-sinhá do Garantido foi encontrada morta, na última terça-feira (28), em sua casa, no Parque 10

O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) decretou, na quarta-feira (29), a prisão preventiva de Cleusimar Cardoso, Ademar Farias, e três funcionários do salão de beleza Belle Femme, onde Djidja Cardoso, encontrada morta na terça-feira (28), era sócia.

A causa da morte de Djidja não foi informada pela família. Ela foi encontrada já sem vida dentro da sua casa no bairro Parque 10, na zona centro-sul da cidade. No mesmo dia, uma confusão foi registrada no local. Cleusimar e Ademar são mãe e irmão da ex-sinhazinha do Garantido.

De acordo com o mandado expedido pelo TJAM, os crimes listados são “estupro“, “associação para o tráfico de drogas” e “venda de drogas“. Os três funcionários são: Verônica da Costa Seixas, Marlisson Vasconcelos Dantas e Claudiele Santos da Silva.

Confusão no dia morte de Djidja

Desde a morte da ex-sinhazinha, muitas polêmicas surgiram nas redes sociais. Ainda na terça-feira (28), um vídeo circulou nas redes sociais mostrando uma mulher gritando e acusando um homem de ser responsável pela morte da ex-sinhazinha.

“Drogado! Você é um drogado, drogado, drogado. Você vai ser responsabilizado por isso pagar. Todo mundo que tiver envolvido vai pagar isso”, diz a mulher. O homem seria um maquiador e funcionário do salão de qual Djidja era sócia.

Após o registro de uma confusão generalizada viralizar na internet, Marlisson Vasconcelos, maquiador de Djidja, usou as redes sociais para rebater acusações de que seria o culpado pela morte da empresária.

Na rede social Instagram Marlisson, afirmou que a família de Djidja nunca gostou da mulher e, que inclusive eram um dos ‘gatinhos’ na depressão da empresária. O homem afirma ainda que a intenção da família é de ficar com as empresas de Djidja.

Denúncia de tia de Djidja

Uma tia da empresária chegou a publicar nas redes sociais que a “família Cardoso” estava sendo impedida de ir ao velório, alegando que a mãe de Djidja não permitiu:

“A nossa irmã Cleusimar e mãe da Djidja não nos permitiu, sentimos profundamente a sua perda, quero esclarecer que não é a família da Djidja que está impedindo o acesso ao seu velório e somente a mãe e a ‘família Belle Femme’ que não tem nada a ver com a família Cardoso. Quero esclarecer ainda que estamos completamente impedidos de participar do velório da mesma e muitas vezes tentamos sim fazer alguma coisa que pudesse evitar esse fim trágico de nossa sobrinha, portanto, mais uma vez, a família Belle Femme que não é a família da Djidja, está impedindo de realizarmos um velório e sepultamento digno da ex item 07 do Boi Bumbá Garantido”.

Boletim de ocorrência

No dia 24 de abril, um Boletim de Ocorrência (B.O) registrado no dia 24 de abril deste ano mostra denúncia sobre suposto cárcere privado da ex-sinhazinha do Boi-Bumbá Garantido, Djidja Cardoso. O relato foi apresentado por familiares.

O Portal D24am teve acesso a um Boletim de Ocorrência (B.O) registrado em 24 de abril deste ano, onde as tias de Djidja afirmam que a ex-sinhazinha do Garantido estaria em cárcere privado e, em estado lamentável por uso excessivo de drogas. No documento, as duas ainda afirmam que as drogas eram levadas pelo irmão da vítima.

“As comunicantes informam que a Sra. Dilemar Cardoso, vulgo Djidja encontra-se em estado lamentável por estar sendo usuária de drogas e que ninguém permite que esta receba visitas e esta não pode sair de casa já que se encontra em estado de entorpecida, que a família toda é usuária e não permitem que esta receba ajuda”, diz um trecho do B.O.

As mulheres relatam à polícia que ficaram sabendo através de funcionários do salão da própria vítima e que a droga era levada por Ademar Cardoso, irmão de Djidja.

“Não é permitida nenhuma visita, nem de familiares que ficaram sabendo dessas informações por funcionários do salão da própria vítima. A droga era levada para dentro de casa pelo irmão da Djidja identificado como Dedé”, conclui o documento.

Com a morte de Djidja Cardoso, uma série de áudios, vídeos e até acusações de ‘assassinato’ sobre a morte da avó da sinhazinha repercutiram nas redes sociais.

Fonte: D24am.

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